Andando

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Clima do sul todo mundo sabe como é, tem frio, neblina, geada (que anda meio sumida ultimamente) e chuva, bastante chuva. É nesse clima em que habito, essa é minha pátria.

Acontece que apareceu um curso para fazer, desses que os sindicatos de classe, as entidades de cada profissão organizam com o intuito de qualificar os profissionais que dela fazem parte.  Como eu já queria fazer isso há um bom tempo, me inscrevi e lá fui eu.

Era uma semana de chuva, muita, muita chuva e o dia escolhido era uma quinta feira, por sorte nesse dia o tempo resolveu dar uma trégua, não totalmente, apenas aliviou a barra e transformou o aguaceiro numa garoa rala e chata, tudo para manter úmido e nublado.

Meu companheiro de viagem, o meu amigo de estrada, companheiro de rodar por aí ganhou um trato na noite anterior à viagem: calibragem nos pneus, tanque cheio e um desembaçador nos vidros para garantir a segurança da viagem. Chegando a hora de sair, os cuidados de sempre: fechar os vidros, verificar água e óleo, deixar um pano para enxugar os vidros se acaso for necessário.

Então coloquei o Maverick para rodar, abaixo de garoa mesmo, com cuidado, saí cedo para não ter que apurar, estava andando de boa, e a cada curva sentindo o carro, voltando a interagir com o veículo, relembrando de tempos idos quando rodávamos com frequência pelas noites, nos finais de semana. Lembro de uma vez que ao terminar o programa Mundo do Rock saí com ele rodar pela BR pelo simples prazer de dirigir um veículo clássico,  nessa vez fui até a entrada da cidade vizinha e como a noite estava linda, céu limpo, estrelado, noite quente de verão, parei o Maverick, desembarquei e me recostei em seu para-brisa, sentado sob o capô fiquei a observar o céu e por acaso, ví estrelas cadentes passando, foi a única vez que ví na vida e eu com meu Maverick.

Agora novamente tenho a oportunidade de rodar com ele, confesso que no início com um certo receio, andando igual um tiozão, de leve, sem apertar muito, sem pisar demais. No decorrer da viagem, a coisa vai se modificando, volta o entrosamento e a magia novamente acontece, estou eu na BR praticando MAVECKOTERAPIA outra vez! Como isso é bom, é mágico você bater a seta para o lado, pisar mais fundo e sentir o carro ganhando chão e fazendo a ultrapassagem!! Vocês não sabem, mas eu vou confessar, o horizonte é bem mais bonito quando fica alinhado com o friso do capô e a luz tem um brilho diferente quando se mostra no retrovisor!

Opaaaaa, acabou o intervalo do curso, vou voltar para a aula, amanhã cedo continua e depois, daí vou embarcar no Maverick outra vez e voltar para casa ao som do velho Geórgia.

Um FORD abraço.

Sabugo

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Das ondas do Rádios para os Bits da Net

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Ano 2010, Rio de Janeiro, estúdio da Rádio Catedral FM, comandava o saudoso programa Esporte Catedral, junto com alguns amigos: Felipe, Michel, Sergio, Stéfano, Rafael, Eduardo, Antonio, Carlos e muitos convidados.

Confesso que sinto muita falta dos amigos que fiz e da invasão semanal nas ondas do Rádio, o programa de sério não tinha nada, era descontraído, com grande aceitação dos jovens.

Gostava de falar de automobilismo, paixão que trago do berço, sempre fui “rato” de oficina, fã incondicional de Chico Landi, Ingo, Chico Serra, Bird Clemente, Pace, dos irmãos Fittipaldi, Alex Dias Ribeiro, Raul Boesel, Piquet, Senna, Barrichello dentre outros grandes nomes.

Aliás a MECÂNICA é minha maior paixão, ver as engrenagens, bielas, correias gerando cavalos de força e sendo transmitidas para as rodas, principalmente se for um carro possante e carburado é a minha droga, o que me faz ficar calmo, me leva ao nirvana em poucos milésimos de segundos.

E das amizades nascidas pelo programa semanal, nasceu a amizade com um “fordeiro” lá do Sul, Rodrigo Mendes, vulgo SABUGO, o mesmo toda sexta invade as ondas do Rádio com seu programa Mundo do Rock, aqui acompanhamos pela internet, sempre trocando ideias sobre carros, encontros, armas, guerras, política e sobre muito ROCK.

O amigo automaticamente entrou para a Sociedade Automotiva, escrevendo para o site como vocês acompanham por aqui, sempre com pensamentos ácidos e opiniões fortes e com um texto muito bem feito.

No final do ano passado ganhei um presentão do meu amigo, um livro autografado pelo autor: “Os 70 Anos de Automobilismo Catarinense” de Julio Mendes.

O livro começa falando justamente de um Raid do Rio para o Rio Grande do Sul nos anos 40, passando por terras catarinenses, uma obra-prima, que quem gosta do automobilismo brasileiro tem que ter na estante.

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Este mês tive a oportunidade de conhecer meu amigo e sua esposa pessoalmente, eu e minha esposa ficamos hospedados na tua casa, tratamento de primeira, comemos uma ótima carne de paleta feita pelo seu pai, além do pinhão e de uma massa feita em casa e tratada com carinho no fogão de lenha (um luxo), muito BISCOITO caseiro, conhecemos os costumes do povo lá do Vale do Contestado, “A Terra que já Teve Guerra”, citando uma das músicas da banda do Sabugo, Nóntiêne.

Falei até no programa ao vivo da Rádio Maria Rosa na sexta, no mesmo dia que chegamos em Curitibanos, de decepção só o frio que não teve (risos). Eles tentaram me assustar, mas não deu certo. 🙂

Novas amizades foram seladas, a galera da banda, os pais do Sabugo, o Iran (louco de pedra), o Gean, que demostraram uma hospitalidade que só o povo do Sul tem.

Costumo falar que nesta vida passageira o que fica são os valores que você defende, as obras que criou, os ensinamentos que praticou e passou, a única forma de continuarmos vivos é na memória dos amigos quando partimos deste mundo.

Mesmo com a correria do dia-a-dia, com as dificuldades que nosso país produz para nos forjar, a distância que separa os amigos, saibam que a amizade verdadeira vale a pena, dinheiro não paga a amizade e que vocês tenham a oportunidade que tive de transformar amizades virtuais em reais.

Abraços e pé no porão !

Leandro Sauerbronn

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Brasil: Competente em ser incompetente

Neste texto bem reduzido mostro o meu ponto de vista em relação as políticas energéticas equivocadas do nosso país, atravessam governos e só consomem nossos impostos. Abrirá a página do Blasting News, caso gostem qualifique o texto e curtam, obrigado. Leandro

http://br.blastingnews.com/brasil/2015/05/brasil-competente-em-ser-incompetente-00405247.html

Brasileiro, o quebrado

GESSO

Então, pois bem, tentei o quanto pude resistir, não deu, complicado ficar inerte, impossível ser neutro numa situação de aberração dessas. Vivemos num hecatombe moral nessa grande nação abençoada por deu e bonita por natureza, bonita sim, mas sem vergonha, descarada e dado aos últimos acontecimentos muito, mas muito doentia.

O brasileiro, aquele orgulho da camiseta canarinho, amante de futebol, amante de carnaval, pagodeiro de final de semana, o esperto que dá um jeitinho, o típico brasileiro segundo essa mídia deturpadora dos bons costumes está quebrado. Seu orgulho levou uma surra tão feia que foi nocaute aos dez segundos do primeiro assalto, seu orgulho está na lona, em coma jaz sem previsão de voltar à vida. A seleção dele levou uma surra feia no campo para o mundo todo ver em meio a uma copa rodeada de superfaturamento, desvios, gastos desnecessário. O seu carnaval foi um fiasco, a escola ganhadora recebeu dinheiro de um ditador cruel, foi financiado com dinheiro que em seu país de origem se aplicado em saúde, ou comida, salvaria milhares de vidas que beiram a morte por inanição e miséria. Não ouve beleza nessa vitória da escola de samba. O Pagodeiro de final de semana, está vendo a gasolina subir alucinadamente de preço, está vendo o valor da cervejinha disparar junto com a carne e a farofa do churrasquinho, fora isso, o preço absurdo do cd do grupo que ele curte sendo original tem um monte de impostos e fica caro, o que faz com que ele vá para o camelô ver se acha o lançamento. Já o brasileiro esperto está vendo que seus dias estão contados, com o preço da luz, todos estão ligados que precisam mais do que nunca vigiar para não ser surrupiado. Esse já não engana mais os outros, não tem mais trouxas para serem embrulhados os tempos mudaram.

O brasileiro ainda incrédulo depois de tudo isso viu em rede nacional uma classe de homens honestos levarem chutes e pontapés da polícia rodoviária porque estava calma e pacificamente protestando contra os preços abusivos dos combustíveis, dos pedágios, lutando por melhorias nas suas condições de trabalho. Tão logo isso passou veio à tona na mídia as ações dos movimentos tidos como sociais (MST e MSTST) que detonaram anos de pesquisa em empresas privadas, fecharam rodovias, entraram caminhando com carros de som em várias cidades pelo país afora e em alguns casos portavam facões, foice e enxadas sem serem importunados por policiamento de qualquer esfera. Nada, absolutamente NADA aconteceu a eles, ao contrário dos motoristas trabalhadores.

Não obstante o brasileiro se remendou, passou merthiolate (desse que não arde, no meu tempo ardia que só! Eu morria de medo dele, mais que do machucado em si), vestiu a camiseta da seleção, algumas até eram oficiais da CBF (isso mesmo, aquela que embolsou um bom tanto com a copa da corrupção) e foram pra avenida protestar, pedir que o governo faça alguma coisa que mude o panorama em que a nação se encontra.

Ledo engano, pobre brasileiro, mal sabia ele em sua lúdica inocência que o governo não vai fazer nada a não ser mentir. Vide o nosso congresso, aforismos, palavrões, ameaças, discursos, balelas, reuniões e nada, absolutamente nada de efeito. As investigações barradas, cpis arquivadas, processos esquecidos, leis votadas em benefícios próprios partidários, pizza nas investigações, blindagem de políticos safados, corte no orçamento, arrocho nos impostos e taxas. E o brasileiro quebrado, ainda  antes de entrar em coma, com os olhos esbugalhados viu atônito a inércia das forças armadas que não deram um passo e nem uma palavra. Assim a esperança ruiu e o brasileiro entrou em coma.

Esse coma é para o brasileiro opaco presente e o abismo que será seu futuro pelo infame caminho da recessão, dos juros altos, da inflação, da máquina do estado inoperante, cara, onerosa, da alta carga tributária, dos serviços básicos de saúde e segurança em trapos e do pior dos males, de um comunismo ditatorial.

O governo virá com o papo de plebiscito e essa será a arapuca para pegar o brasileiro quebrado mas entusiasta, que acredita em contos de fadas e em político bonzinho, que prefere um benefício do governo do que arriscar estudar e batalhar por si só por melhores condições.

O brasileiro foi quebrado, seu orgulho pátrio foi pisoteado, jogado na sarjeta e enlameado. Os comandantes da nação eleitos por eles são párias, déspotas que nadam em suas ambições e nada fazem de real em prol da nação que sucumbe ante tantos desvios, roubos. O nome do brasileiro lá fora é piada em universidades porque o país dele não sabe comprar refinaria, porque no país dele político não vai pra cadeia e se for, preso não fica, haverá uma emenda, algum burlamento ou adendo, quem sabe uma emenda parlamentar para livrar a cara do companheiro. No fundo o brasileiro sabe que seu futuro é complicado. É como diria Raulzito: Já são carrascos e vítimas do próprio mecanismo que criaram.

Ainda há alguns que acreditam e vão lutar pelo Brasil, mas essa luta será em vão, olhe em volta, olha o sistema político, não haverá reforma, não haverá correção de rota, ainda há os que defendem esse governo despreparado, corrupto e ditatorial.

Meu orgulho de ser brasileiro adoeceu em 1994 numa curva, o nome dela: Tamburello e veio a falecer dez anos depois quando o governo da nação estava entrando no rumo do socialismo através de um presidente eleito pelo povo mas inapto, tendencioso, meticuloso e perigoso, na época não acreditavam em mim, mas os anos se encarregaram de mostrar a verdade, pena que eles cobraram um custo muito alto para tal. Esse governo que está se banqueteando no poder conseguiu uma coisa que nenhum outro foi capaz, trocou o lado, a questão de ser aliado ou oposição pelo ódio, pelo asco. Hoje ele é odiado por muitos, mas espere, espere mais algum tempo meu amigo leitor, no rumo que a coisa está indo, esse governo vai fazer você sentir saudade do Sarney!

Eu sou, sempre fui SULISTA e vou viver para ver o meu país nascer, quem sabe no SUL não cometamos os mesmos erros do brasileiro quebrado, pois já temos o exemplo de qual caminho não seguir.

Um FORD abraço.

Sabugo.

I have a dream…..

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Ontem estava à tarde quase na hora do jogo da “selessaum” , continuei minha leitura sobre ufologia, para quem não sabe o louco aqui também é ufólogo, só que me deu um sono e como minha cama estava me esperando já que não trabalhei por conta do maldito jogo, fui dormir. Eu tenho uma insônia aguda, levo aproximadamente alguns milésimos de segundo para pegar no sono profundo, ir de ALFA para BETA, desafiando a lógica normal.

E raramente quando consigo dormir neste período, mas sempre que consigo sou agraciado por grandes viagens em formato de sonhos, deixo bem claro que não faço uso de drogas ilícitas, nenhuma marijuana, nem LCD, nenhuma mesmo.

Bem, o sonho: Não sei por qual motivo e cargas d´águas um grande executivo me propôs um investimento de alguns milhões de Euros, gostaria de investir no Brasil. Na mesma hora eu sugeri a construção de um Autódromo, com A maiúscula mesmo. Um grande circuito misto que abrangesse todas as categorias possíveis de automobilismo.

Prontamente escolhi a região de Maricá, para quem não conhece é a porta de entrada da Região dos Lagos aqui no Estado do Rio de Janeiro, por ser de fácil acesso para quem vem de São Paulo, Minas e Espírito Santo, de certa forma perto também do Aeroporto de Búzios, Santos Dummont e Galeão.

Logo imaginei vários tipos de desenhos de traçados, imaginei na categoria Master do automobilismo, a F1, fiz um traçado com curvas travadas, elevações e a maior reta que se poderia ter, logo onde a maioria do público veria grandes ultrapassagens, uma reta enorme para delírio dos fãs de arrancada.

Imaginei um circuito externo em um oval que não deixa nada a desejar a Indianápolis, para delírio dos fãs da Nascar e Indy. (Cá para nós o circuito do Sambódromo é muito fraco hein…)

Uma extensa área verde com plantações de eucaliptos fazendo lembrar o “inferno Verde” da Alemanha, uma área para trailers e camping , lagoa artificial e tudo mais. Imaginei um circuito de Kart, não podemos esquecer desta categoria de formação e preferida de muitos marmanjos.

Áreas de boxes bem organizadas, permitindo integração com escolas técnicas e oficinas de preparação, uma torre de TV e Rádio de primeiro mundo, um hospital de emergência para qualquer eventualidade, brigada de bombeiros e segurança.

Heliporto e em uma emergência a grande reta dos boxes poderiam pousar/decolar qualquer avião.

E em uma das grandes reuniões que estava presente para fechar o acordo de uma prova da Le Mans Series, sinto o cheirinho de comida no fogo e desperto ainda tendo o jogo de bosta da TV.

Sonhar é bom , não custa nada e é o que nos segura desta vida cada vez mais louca.

 

Pé no porão!

 

Leandro Sauerbronn

 

De mal a pior

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Antes de adentrarmos o tema desse texto, faço-lhe um convite para ligarmos o capacitor de fluxo (alguém lembra disso?) e voltarmos ao início da década de 90.

Vamos voltar até alguma manhã de domingo na qual levantávamos cedo (talvez não tão cedo assim) para aproveitar o melhor do final de semana.

Eu era criança, mas lembro como se fizesse isso ainda ontem: Duas cadeiras de palha no chão da cozinha, uma de perna para a outra, o encosto da cadeira da frente era o bico do carro e o encosto da cadeira de trás o aerofólio, no meio delas eu sentado numa almofada era o piloto do carro de fórmula 1 branco e vermelho, só em meus sonhos de infância eu tinha o capacete verde e amarelo igual ao cara da tv que corria de verdade. Quanta emoção, quanto orgulho dentro daquelas cadeiras! A gente ganhava do Nigel Mansell, do Alain Prost e de quem mais estivesse na pista! Eu ali, menino ainda, via na tela da tv mais que um piloto, um cara humilde, talentoso, generoso, exemplar, dedicado, um ícone! Como dava orgulho ser brasileiro ao ver a bandeira da pátria tremular na volta após a linha de chegada a bordo do carro mais veloz da corrida.

Mas o tempo carrasco como só ele sabe ser, mudou, passou e nos conduziu para uma realidade mais obscura. O tempo se encarregou de levar nosso herói, nosso ídolo e nos trouxe espantalhos travestidos de ícones exemplares, esses que você percebe que não têm nada de mais, são apenas apelos da mídia com cabelinho ridículo, de nenhuma atitude e de escasso conhecimento, seres de pífio intelecto, mas de grande apelo comercial.

E nesses moldes as gerações que vieram após a nossa, foram absorvendo esses pseudos exemplos, foram também se acostumando com as modas passageiras de consumismo banal e o pior de tudo, começaram a rebolar com músicas sem nenhum conteúdo em suas letras, se acostumando com rimas baratas e seguindo a moda pré-fabricada.

É meu nobre amigo, caro leitor, internauta, a coisa mudou! E mudou para pior.

Falando por mim, se antes eu tinha orgulho de ser brasileiro por ver um cara levar o nome do meu país aos quatro cantos do mudo através do automobilismo, hoje, confesso com tristeza e um tanto de rancor que não sinto mais o orgulho de patriota.

Não sou mais brasileiro, de agora em diante sou SULISTA, o SUL É O MEU PAÍS! Não posso mais suportar! Alguns meses atrás, estávamos na avenida protestando por um país melhor, cobrando dos políticos nossos direitos, fizemos passeatas, manifestações e o que eles fizeram? Nada! E quando chega o carnaval, o povo só pensa em carnaval, tudo é esquecido, tudo é festa, a mesma zona de sempre, feriadão de caros pedágios, de acidentes em estradas mal conservadas pelo poder público, orgias, bebedeiras e alienação massiva. Nossos protestos foram em vão, tudo terminou em carnaval e logo vem a copa por aí.

Falando em copa, é justamente aí que o senso de patriotismo do brasileiro aflora, afinal de contas, a seleção brasileira de futebol vai jogar e se ela ganha, ´´todo mundo´´ está feliz, mas se ela perder, nossa, quanta tristeza nesse povo que ´´ama´´ o futebol.

Certo está o cidadão que pichou o muro dizendo que enquanto te exploram, tu grita gol.

Como reclamar sozinho não vai adiantar muito, ou melhor, não vai resolver porcaria nenhuma, vou voltar para meus discos de rock e sabe por qual motivo? Porque neles estão minhas verdades!

Um FORD abraço.

Sabugo