As coisas encaixam

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Não sabia ao certo como estavam as coisas, a princípio deveria estar tudo como havia ficado. Então depois de mais uma semana corrida chegou a sexta e sendo assim, dia de ir para a rádio fazer o programa Mundo do ROCK.

Entro na garagem e ligo o Maverick, sabendo da situação da embreagem dele, já na espera de algum problema. Acontece que misteriosamente, ou digamos, Maverickstictamente ele se recupera do dano e nessa semana em que ficou parado na garagem, faz a prática de auto-cura. Por incrível que pareça não havia mais nada de errado e tudo estava como deveria esta. Mesmo assim saí da garagem com toda a cautela possível e me encaminhei para a rádio. No trajeto nada de anormalidades, mas alguma coisa ainda estava estranha.

Eis que após a rádio já tendo terminado o programa volta para casa com o Maverick e novamente tudo em ordem, nenhum percalço no caminho. No outro dia, já sábado pela manhã precisava ir trabalhar e fiz uso do meu amigo de 4 rodas novamente. Tudo certo, exceto uma sensação estranha. Mas como o caminho era relativamente curto até o trabalho não consegui saber exatamente o que era. Após um tempo trabalhando me dei conta o que estava errado: como o Maverick não estava 100% eu acabei usando ele como um tiozão, andando de boa, sem acelerar, indo na maciota. Ah mas isso não ficaria assim, eu tinha que dar um jeito. Na volta para casa embarquei nele e como há tempos atrás disposto a andar sem olhar o ponteirinho do vacuômetro.

E lá fui eu novamente, pé do acelerador do meio para baixo, ainda cuidando nas trocas de marchas para não voltar a ter problemas, mas fazendo o giro subir mais que de costume, nada de insanidade, fiquei bem longe do limite do carro, apenas aproveitei um pouco mais. Como é bom fazer isso! Acho que depois de todo o tempo que ele ficou sendo restaurado, praticamente três anos, a gente perdeu um pouco a mão, mas isso com o tempo estamos recuperando, ele responde melhor, fica mais gostoso de dirigir se a tocada for diferente do que eu vinha fazendo, acho que ele não curte muito andar de boa na lenta.

Bom, logo depois do almoço já era sábado, e quase hora do ensaio, era também aniversário do Dudu. Fizemos um dos melhores ensaios até hoje, tudo a contento, a banda está ficando mais entrosada, o astral mudou quando começamos a tocar, tudo reguladinho, tudo certo. Foi incrível, a banda passa do quesito musical, não são apenas indivíduos fazendo (ou tentando) música, são amigos, são irmãos.

A banda ultrapassa o limite de ser apenas passatempo, hobby. É um local de reunião dos amigos, de confraternização, faz parte da vida de cada um e não dá para viver sem isso. Só quem tem banda e amigos de verdade numa banda sabe o que eu estou dizendo. Ontem além do prazer de tocar, da sensação maravilhosa de tocar bem, de sentir a música fluindo, voltei para casa com o sentimento de irmandade renovado, com a gratidão aos amigos por me chamarem (e aturarem) a fazer parte desse projeto chamado Nóntiêne.

Um FORD abraço.

Sabugo

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