Esquentando o motor e a cabeça também

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            Aposto que alguém lendo esse texto, em algum lugar ainda está de ressaca por conta dos excessos comuns e generalizados de final de ano. Outros, mais na linha ´´Sabugo´´ de azedos, estão ainda indignados com os vizinhos que não pouparam investimentos em inutilidades como os fogos de artifícios que além de perigosos, não fazem a felicidade de nenhum animal de estimação e convenhamos que são chatos pra caramba, chatos de dar dó.

            Aproveito já o segundo parágrafo para dar o aviso aos navegantes: O ano começou! Bem, não literalmente isso é Brasil e só vai começar mesmo depois do carnaval e você como bom brasileiro já olhou na folinha (vulgo calendário) quais são os feriado desse ano, vai dizer que não? Olhando ou não o calendário, é hora de voltar à rotina, recomeçar, continuar, reinventar, seguir, se empenhar e colocar as coisas nos eixos para seguir adiante.

Mais um ano, muita coisa vai acontecer, espero sinceramente que somente coisas boas, mas nem sempre é assim. Pelo menos vamos tocar a vida. Agora me pergunto, ano novo, vem aí mais um aniversário né? A gente deve contar um ano a mais, ou um ano a menos? Pergunto se é a menos porque você já viveu um e está mais perto do fim, então por esse ângulo é um a menos de vida que você tem até a sua derradeira hora. Não só você, tudo! O carro do último modelo, os campeões do ano passado, os artistas que nos embalam, as coisas como são.

Não, eu não sou tão pessimista assim, sou sim um realista chato. Estou de frente para o calendário que marca dia 05 de Janeiro, ouvindo Marcelo Nova, escrevendo esse texto e pensando no Maverick. E por incrível que pareça para você meu amigo leitor, está tudo relacionado, entrelaçado pela teia do tempo e o elo que une tudo isso sou eu.

O tempo passa, dia após dia, ele passa e não volta. É o início de um novo ano, preciso terminar as coisas começadas outrora e o Maverick é uma delas, desse ano não passa! Tamanha certeza pelo fato de ainda ter mais de 350 dias para tal e por ele já estar em processo de conclusão, está quase pronto, falta apenas arrumar alguns detalhes e acabamentos e daí já posso rodar com ele.

Falando em rodar com o Maverick, a música de Marcelo Nova me lembra isso. É antiga, tem pegada, tem o seu estilo, você não vê (ou melhor, ouve) igual a ela todos os dias e depois que você conhece, que fica sabendo como é, não esquece mais, nunca mais. Assim é a experiência de dirigir um Maverick, é diferente de tudo o que voe já possa ter guiado. O problema é que um deles é uma relíquia e o outro é o ultime exemplar da espécie, o último dinossauro do Rock tupiniquim.

E ao olhar para o calendário, me dou conta que já é quase dia 06 e amanhã é só uma segunda feira a mais na minha vida, somais uma no ano novo, uma entre tantas outras que eu já vivi e essa em especial tem uma lista grande de coisas para fazer. Vou nessa.

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Um FORD abraço

Sabugo

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